Rapidinhas: O futuro incerto da Hispânia

Yamamoto tem vaga na Hispânia até o GP do Brasil.

Pelo visto, as declarações dadas por Bruno Senna não condiz com o que esta acontecendo dentro da Hispânia. O lento, mas com dinheiro, Sakon Yamamoto deve mesmo continuar a correr pelo time espanol. Ao que tudo indica, o japonês deixaria 4 milhões de euros nos cofres espanhois para ter um carro até o GP do Brasil. Ainda não se sabe ao certo no lugar de quem, pois Karun Chandhok (que quebrou o contrato com a equipe espanhola) não tem interesse em injetar mais 5 milhões de euros na equipe de futuro tão incerto e Bruno Senna, embora seja contratado, tem um acordo de boca para arrumar patrocínio para a equipe.

Christian Klien continua à espera de ser chamado, pelo menos para rodar nos treinos livres de sexta-feira, mas poderá até mesmo correr se Senna não for nitidamente mais rápido do que Yamamoto, como aconteceu em Hungaroring.

Outra hipótese que pode até acontecer é que outro piloto, com grana, chegue à equipe. Como se sabe, a equipe passa por fortes dificuldades financeiras desde que abriu as portas e precisa, mais do que nunca, levantar dinheiro para conseguir um acerto com a Toyota.

Bruno Senna corre sério risco de ficar sem carro até o final da temporada.

O contrato com a Toyota teria um valor de 55 milhões de euros e preve que os japoneses sediados  na Alemanha teriam a obrigação de projetar, construir e desenvolver o chassis da equipe espanhola para 2011. O carro seria, em principio, uma evolução do TF110 que nunca chegou a correr, podendo mesmo utilizar o seu chassis e suspensões, mas estes produzidos com materiais menos nobres que os originalmente utilizados pela Toyota.

Além disso, a equipe contaria com o motor Toyota e a Hispânia teria que pagar a rescisão do contrato que tem com a Cosworth.

O comentário oficial da Toyota é que “nesta altura, ainda não temos nada para anunciar, mas mal tenhamos um acordo de trabalho para a nossa estrutura vamos comunicá-lo”.  Porém, sabe-se que o pessoal da Hispânia pagou um milhão e meio de euros à vista, no ato de assinatura do contrato, mas teriam de pagar dez milhões de euros até ao GP da Alemanha para que a TMG começasse a trabalhar no projeto do chassis do próximo ano.

O problema é que a Hispânia só conseguiu, até agora, os quatro milhões provenientes do piloto japonês.

Abraços

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